Método

Comunicação de empresa raramente falha na execução. Falha na decisão que vem antes.

Um bom roteiro dosa três coisas ao mesmo tempo: o que o algoritmo distribui, o que prende quem está assistindo e o que move a decisão de compra. Errar a dose gera material bonito que não vende, ou material que vende e ninguém vê. A mesma decisão vale para um site, uma identidade ou uma campanha inteira.

Ferramenta para escrever qualquer um tem. Critério para dosar é o que separa o material genérico do que funciona.

01

Raio-X

Quarenta minutos para entender objetivo comercial, público e o que já está sendo investido em mídia. O ponto de partida é a performance do que já está no ar, não um moodboard.

Antes de propor qualquer coisa, é preciso saber o que já foi tentado e por que não funcionou. Boa parte do que se produz erra não por falta de capricho, mas por resolver o problema errado.

02

Planejamento Criativo

Planejamento criativo é especialidade, não formulário. Uma página, aprovada antes de qualquer produção começar, com a dose definida caso a caso: quando cabe fator uau, quando cabe entretenimento e quando o trabalho é simplesmente vender bem.

É neste documento que o projeto é decidido. O que vem depois é execução do que já foi acordado, o que elimina retrabalho e surpresa na entrega.

03

Direção e entrega

Direção de cena, variedade de takes e o olhar para o detalhe que faz o produto parecer bom. Quando o entregável não é vídeo, o mesmo princípio se aplica ao suporte que for: o que decide a qualidade é o critério, não a ferramenta.

Do escopo aprovado ao corte final, sem intermediário. Quem escreve o roteiro é quem dirige a cena.

Direção de criação e planejamento estratégico, agora do lado de quem produz.

Nada é orçado antes de existir um diagnóstico. A conversa de quarenta minutos não tem custo nem compromisso.

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